Dever da Igreja!

Inserido por Pr. José Augusto Moser Cury em 3 October 2010 | 0 Comentários

‘Orem pelos reis e por todos os outros que têm autoridade, para que possamos viver uma vida calma e pacífica, com dedicação a Deus e respeito aos outros.’ 1 Tm. 2:2

Aquilo que poderíamos ter feito até aqui em termos de aproveitarmos bem o direito ao voto já fizemos. As orações que poderíamos apresentar no altar de Deus a respeito das eleições também já realizamos.  Há aqueles que já exerceram seu direito cívico da eleição, e aqueles que ainda irão fazê-lo no decorrer do dia. No entanto, agora só nos resta confiar na soberania de Deus e esperar pelos resultados. Nosso desejo é que ainda tenhamos um segundo turno e aí sim deveremos prosseguir em intercessão. Mas independente do resultado devemos ter a certeza de que o Senhor é o Deus de toda a terra, e que Ele está no Seu Santo templo.

Acredito que como igreja Maanaim, até aqui, estamos tranquilos quanto à devida atenção dada à oração por este motivo e à orientação bíblica. Temos a consciência que fizemos a nossa parte. Mas seguramente não encerra aí nossa responsabilidade como igreja em relação aos governantes eleitos. Precisamos ter firmeza e estarmos fundamentados no que a palavra diz a respeito das autoridades serem instituídas por Deus (Rm. 13:1-5) e a convicção de que é Ele quem as estabelece e as depõe (Dn. 2:20,21). Portanto, qual deve ser nossa postura como cristãos após os resultados destas eleições? De temer a Deus e honrar  as autoridades eleitas, mesmo que não tenham sido aquelas nas quais votamos, mesmo que não simpatizemos por alguma razão com elas, ou mesmo que saibamos que possuem posicionamentos contrários à Palavra. Não cabe a um cristão posicionar-se contrário, falar mal ou desonrar uma autoridade civil. Pois assim fazendo, estará se revoltando contra o próprio Deus. Isto vale uma boa reflexão!

Afinal, isto não diz respeito a pessoa a quem nos opomos, ou falamos mal ou desonramos, mas a Deus e à Sua Palavra. Nosso dever perante Deus será de orarmos incessantemente por estas autoridades para que o Espírito possa agir nelas e através delas, inclinando seus corações à vontade soberana do Senhor,  ‘para que possamos viver vida calma e pacífica’.  Desta forma, começa aqui, ou melhor continua aqui o dever de sermos intercessores dos governantes de nossa nação. Clamando para que o reino de Deus venha sobre o Brasil, que esta nação se torne feliz por tê-Lo como Senhor, e que esta terra seja sarada através do arrependimento e clamor da Igreja.

Rev. Reinaldo Montoza Briones

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