6ª IPI de Curitiba e a Visão de Células

Inserido por Eder Valentim em 17 February 2010 | 0 Comentários

 

O ano 2000 foi marcante em vários sentidos, um deles, e muito importante, pela intensidade do trabalho. Christina e eu chegamos exaustos ao final dele, dizendo: ‘Não queremos mais viver um ano como este.' Além de toda a demanda de atividades com a igreja que estava crescendo e exigindo mais, continuávamos dirigindo o curso de treinamento na missão em tempo integral. Nesta fase Nathalia e Ana Paula já exigiam mais atenção em relação à escola e estudos, e a momentos em família e de lazer. Mais uma vez o nosso nome havia sido mudado, para 6ª IPI, ao qual nunca nos acostumamos, para nós Maanaim tinha a nossa identidade.

A propósito o significado desta palavra hebraica é ‘acampamento dos anjos de Deus' e é citada algumas vezes no Antigo Testamento como um lugar geográfico 'batizado' por este nome em Gênesis 32. Sempre gostei também do conceito associado a este nome, dado pelo Rev. Mathias na pregação de estabelecimento da congregação, que era ‘alternativa em meio à crise'. Assim desejávamos ver a Maanaim no futuro.

Apesar dos de fora se referirem a nós como ‘sexta igreja', nós sempre nos referíamos carinhosamente como Maanaim. Até que em 2003 em Assembléia Extraordinária mudamos oficialmente a razão social para Igreja Presbiteriana Independente Maanaim.

Voltando aos compromissos do ano 2000... os presbíteros que compunham o conselho na época, Eneas, Jin, Silas e Raul, juntamente comigo participamos dos quatro módulos de transição, um em cada feriadão do ano (Páscoa, Corpus Christi, Independência e Finados), de quinta a domingo. Foi um tempo precioso de comunhão e muito produtivo, pois começamos construir a unidade da igreja e a compreender melhor a visão.

Lembro-me de longas reuniões quando conversávamos e definíamos a missão da igreja, trabalhávamos valores e começávamos compreender melhor (pelo menos na teoria) os princípios bíblicos da vida de Corpo de Cristo. E cada vez mais concluíamos que era isto que ardia em nossos corações, e que era esta a vontade de Deus para nós, apesar de muitas coisas nos assustarem um pouco.

Bem, se não assustavam a eles (os presbíteros) assustavam a mim que estava tendo que aprender a ser um pastor naqueles dias. Era pastor de fato, pois conduzia a vida da igreja no dia-a-dia, mas o Rev. Gustavo Adolpho Leal Brandão respondia pela igreja e vinha uma vez por mês celebrar a ceia, receber novos através do batismo e profissão de fé e participar das reuniões do conselho. Essa empolgante história continua no próximo domingo...

Rev. Reinaldo Montoza Briones

 

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